Viagem Brasilia – Floripa 2004 – II

Viagem Brasilia – Floripa 2004 – II

Após a chegada em Caraguá, foi outra aventura encontrar o endereço do meu avô, mesmo com as informações à mão. Já anoitecia, e a sinalização das ruas é muito ruim. Tudo deu certo, afinal, e nos reencontramos depois de vários anos. Ele ficou surpreso com a moto, mas como é engenheiro mecânico, sabe apreciar uma máquina bem feita. Meu avô foi responsável pela “ferrovia do carvão”, Estrada de Ferro Dona Teresa Cristina, ligando Criciúma a Tubarão, no sul de Santa Catarina. Isso lá pela década de 50 e 60. Trabalhou também na Madeira-Mamoré, no Acre.

Meu pai chegou no dia seguinte, com sua Savage. Fez uma ótima viagem, sem chuva nem maiores incomodações. Dois dias, de Floripa até Caraguá! Combinamos de aproveitar a oportunidade e ir até Parati, rodar pela Rio-Santos e conhecer a velha cidade. Muito interessante o passeio! “As Curvas da Estrada de Santos” são realmente um espetáculo! Na volta entramos em Trindade, mas não chegamos a conhecer a vila, pois o acesso é inviável para motos. Ficamos pelo quiosque mesmo, até onde foi possível chegar. Praia bonita, lembra as mais desertas de Floripa.
Curtimos uns dias em Caraguá, só no descanso, ouvindo os causos de ambos. Cada história! Então pegamos novamente a estrada, rumo a Floripa, agora curtindo o trecho sul da Rio-Santos. Passamos por Ilhabela, São Sebastião, Guarujá e seguimos para Peruíbe, onde pernoitamos. Cada curva, um visual diferente, uma praia melhor que a outra! Pela manhã, continuamos a viagem, atravessando as serras na fronteira SP/PR e depois PR/SC. Chegamos em Florianópolis no meio da tarde, ainda com tempo de comemorar com os amigos mais uma viagem bem sucedida.

Clique nas fotos para ampliar


Casario em Parati

Igreja de Parati

Praia da Trindade, em Parati

Meu pai e sua moto

Eu!

Savage LS650

As curvas da estrada de Santos

Olha que coisa mais linda…

Pedra da Freira, em Caraguá

Uma praia na estrada de santos

Outra praia…

A dupla comemorando na chegada

“Não explico porque ando de moto! Para quem gosta, não é necessário,

e para quem não gosta, nenhuma explicação é possível”

Autor desconhecido


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