Viagem Brasilia – Floripa 2006 – III

Viagem Brasilia – Floripa 2006 – III

No meio do caminho há uma lanchonete que vende lembranças diversas. Paramos ali pra tomar um cafézinho e esquentar as mãos, já que apesar do sol no litoral, foi só subir de altitude um pouco pro tempo esfriar e começar uma cerração. No topo da serra, a neblina era muito fechada, visibilidade de uns 50m apenas. Seguimos para Bom Jardim da Serra almoçar uma bela comida típica e experimentar uma cachacinha pra esquentar. Nada muito pesado, afinal íamos voltar logo logo para a estrada mais sinuosa de SC e não podíamos exagerar. Aproveitei para tirar fotos de um moinho de vento moderno, desses que geram energia, e de uma placa de alerta de gelo na pista! É, a serra já é perigosa em dia normal, imagine com o asfalto congelado! Mais liso que deputado respondendo CPI…

Na volta, descendo a serra, a temperatura foi “normalizando”… se estava uns 5 graus no topo, estava 35 perto de Lauro Muller. Tivemos que parar em um restaurante à beira da estrada pra tirar toda a parafernália (incluindo blusa de lã), que estava cozinhando todo mundo por dentro. Passamos em Orleans novamente e parei para tirar fotos do “Paredão do Zé Diabo”, uma série de figuras bíblicas esculpidas na rocha, e também curtir uma sombra porque ninguém é de ferro.
De volta à praia, fizemos os preparativos para a festa de aniversário da minha gatinha de 9 anos. Já estava perto do dia de eu retornar à Brasília, então aproveitei o que pude da praia gelada! Em Floripa, ainda consegui reunir alguns amigos da turma do segundo grau (unida até hoje) para um almoço na beira da Lagoa da Conceição.
Na viagem de volta, meu pai me acompanhou pela BR101 até Curitiba e depois BR116 até Embú, onde pernoitamos. O trânsito como sempre entulhado de carros, agora devido ao retorno do ano novo. Nada que as motos não ultrapassem, com a devida atenção. Lá por Taboão da Serra, paramos para ajeitar o paralama dianteiro da Virago, que rachou devido a trepidação da estrada aliada a um enfeite que ele tinha instalado, uma daquelas cabeças de águia.
E assim, no dia seguinte cedo nos despedimos de mais uma aventura estradeira, com vários votos de retorno em segurança de ambos os lados! Peguei o “caminho da roça” da Anhanguera, e no começo da noite já entrava novamente no “quadradinho”. Belo início de 2007!

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vista da serra
vista da serra
Neblina
Neblina no topo!
Moinho de vento
Moinho de vento
Yes, nós temos neve!
Yes, nós temos neve!
curvas fechadas...
Curvas fechadas…
...serpenteando pela encosta
…serpenteando pela encosta
Paredão do Zé Diabo
Paredão do Zé Diabo
9 aninhos
9 aninhos
Almoço na Lagoa
Almoço na Lagoa
BR116 rachando paralama
BR116 rachando paralama
Despedida em Embu/SP
Despedida em Embú/SP

“Não explico porque ando de moto! Para quem gosta, não é necessário,

e para quem não gosta, nenhuma explicação é possível”

Autor desconhecido


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