Himalayan – Estreia na estrada

Himalayan – Estreia na estrada
Himalayan – Estreia na estrada

Sábado 26/01/19 – Peguei a moto na concessionária em Sampa, muito bem atendido pelo Luiz. Nos dias anteriores fiz toda a negociação e papelada, então sábado foi só assinar e pegar. Viajei apenas com a NF e sem placa, pois vou emplacar em Brasília.

Na entrega, me explicaram tudo como sempre, com o adicional de um papel orientativo sobre o limite de carga do bagageiro traseiro, de apenas 5Kg. Ou seja, se quebrar, é culpa sua pois foi avisado. Já estou vendo onde reforçar o bagageiro. 5Kg serve apenas para o uso urbano, levar pouca tralha, ou bauleto pra guardar capacete e jaqueta. Coisas que nunca deixo na moto. O quadro é bem grosso, o bagageiro que é fininho.

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Bom, após me despedir dos amigos na loja e pegar a moto, fui na oficina pegar filtro de óleo, lubrificante de corrente, um aro de farol para a Classic 2012 (tinha pronta-entrega!) e abasteci. O primeiro tanque recebeu 13,5 litros (capacidade total de 15 litros – tinha uma merreca já la dentro) e coloquei Ipiranga DTClean. Com esse tanque descemos a Imigrantes até Cubatão e subimos a Anchieta. Nunca tinha feito esse trecho antes, tinha que aproveitar pra fazer KM antes da primeira troca de óleo (planejada para São Carlos). Fui com 6 amigos e todos rodaram um pouco com a moto também. Só asfalto, elogiaram a ciclística, capacidade de fazer curvas, falta de vibração e o torque para as retomadas e subidas. Nota-se na perna direita o calor do motor abaixo de 60Km/h (trânsito urbano congestionado), e acima de 60 se dissipa. Pra mim não incomoda, já tive motos piores.

Após retornar a Sampa, o pessoal ainda me guiou até a entrada da Bandeirantes e segui meu rumo. Agradecimentos a todos pela parceria neste passeio e em especial ao Guilherme de Freitas (Canal Guilherme Moto Relax no YouTube), que me hospedou na casa dele. A rota de retorno passa por São Carlos para visitar os amigos do Motomorfose MC e apresentar a moto para um integrante também pioneiro de Royal Enfield no Brasil, o nosso amigo Adail Gonçalves. De Sampa a São Carlos pelas rodovias Bandeirantes, Anhanguera e Washington Luís, fui no ritmo de 100Km/h, 5000RPM. Praticamente constante, exceto alguma manobra, radar, carro lento, etc. No final foram 347Km rodados (157 Sampa/Serra e 200 autoestrada) e 10,7 L consumidos. Média de 32,4 Km/l , achei ótimo! Teoricamente teria mais 4,3 litros ainda no tanque e 145Km para rodar. Com essa informação, nos tanques seguintes abusei mais da reserva.

A recepção na sede do Motomorfose MC foi ótima, muito papo de estrada com integrantes presentes desde a fundação do clube, 19 anos atrás. Uma honra ser recebido e poder compartilhar um pouco dessas histórias e paixão pelo motociclismo.

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No dia seguinte, parti de São Carlos rumo a Ribeirão Preto, Franca, Rifaina (divisa SP/MG), Sacramento até Nova Ponte. Antes da viagem contatei Alisson Campos, estradeiro morador de Patrocínio/MG, e como ia passar por perto, perguntei se ele topava fazer uns off-road por ali. Bolamos a rota e tudo certo. Alisson viajou o Brasil todo e um pouco da América do Sul com sua CG 150, e hoje pilota uma Teneré 250. A aventura virou livro, que ficou MUITO bom! Apóie e compre o livro você também! Detalhes no final do texto.

Abasteci em São Carlos com Petrográs GRID, e fui em ritmo lento, 80km/h e 4000RPM (5a marcha). A moto é um trator, praticamente não precisa baixar marcha pra nada, mesmo nas colinas se mantém na velocidade sem perda. 4500RPM é a faixa de torque máximo, e em quinta marcha isso é 90Km/h. Por isso “um monte de gente” fala que a velocidade de cruzeiro IDEAL da Himalayan seria 90Km/h, o que assusta um outro tanto de gente. Mas isso é apenas uma referência matemática (viaje na metade do RPM máximo da sua moto e veja que velocidade dá).

Em Franca começou a chover, parei só pra guardar os papéis e documentos no saco plástico das roupas. Não levei capa de chuva desta vez, a mochila já estava pesada com o laptop/fonte/mouse, filtro, aro, spray de corrente, escova de dente, desodorante e 3 cuecas/meias/camisetas. A chuva durou pouco, mas molhou bem. O céu todo nublado, dava impressão que ia chover até Brasília! O pneu Pirelli MT-60 passou boa segurança no molhado, e dei aquela testadinha no ABS, tudo funcionando direito. É minha primeira moto com ABS, e nos testes off-road me passou ótima impressão, segurança e tolerância a erros do piloto. O engenheiro de projeto da moto, presente na apresentação do dia de teste, informou sobre a progressividade e inteligência do sistema de freio. Com o tempo vou testando mais e melhor isso. A travessia do Rio Grande na divisa SP com MG foi um visual muito bom, é um vale e você chega pelo alto, ótima paisagem. No lado mineiro percebe-se a Serra da Canastra no horizonte. Desde Franca estrada sinuosa, boas curvas e muita diversão.

Abasteci em Sacramento/MG, O segundo tanque não rendeu como esperado, estranhei. A GRID é uma gasolina super-aditivada (tem redutor de atrito) e como a RPM do trecho foi menor, esperava resultado melhor que o anterior. O trecho foi de 295Km e a moto consumiu 9,78 Litros. Média de 30,18Km/l . Será que peguei vento contra? Ou a gasolina era ruim? O posto em São Carlos (GRAAL RUBI) inspira sempre confiança. Iniciei o terceiro tanque em Sacramento novamente com GRID pois foi o único posto com aparência boa que vi. Mas o preço de 5 reais o litro foi duro. Ladrões!

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Então chegou o off-road, mais cedo do que o planejado. Errei o caminho ao sair do posto (não conferi no mapa offline do celular). Atravessei a cidade (bonita!) e cheguei numa estrada que “achei” que era a correta. Novamente não consultei o mapa, porque sabe como é véio teimoso! Após alguns KM como a bússola no painel indicava uma direção errada, resolvi parar e consultar o mapa. Tinha pego o rumo errado. Mas perto havia um atalho em estrada de terra! Oras, é pra isso que serve a moto, vamos entrar nessa estradinha e conferir. Estrada estava úmida de chuva horas antes, não tinha lama ainda, mas notava-se os trechos de terra fofa assentada, intercalando com terra dura/esburacada, valas, calombos. Relevo bem plano, entre fazendas. A Himalayan passou brincando por tudo, enquanto fui de pé confortavelmente o tempo todo. Não retirei as borrachas das pedaleiras, na verdade esqueci desse detalhe. Arrisquei e deu certo neste trecho, mais pra frente deu merda. As pedaleiras tem uma largura boa, permite ficar de pé bem posicionado. Guidão está numa altura boa pra minha altura (1,78) e isso se traduziu em pilotar de pé por muito mais tempo sem me cansar. Após muitos Km e fotos, cheguei no asfalto e na estrada certa.

Agora vem o trecho off um pouco mais difícil. Acesso para a vila de Almeida Campos, uma estação ferroviária antiga. Estrada rural, enlameada, fofa em alguns trechos, e dura/esburacada na maioria. Passei “voando” a 80Km/h com tranquilidade. Suspensão absorveu tudo muito bem. Passei algumas poças e enlameou um pouco da moto. Talvez isso tenha gerado o pé direito escorregar da borracha da pedaleira, fui lá embaixo abraçar a lateral da moto e quase caí feio. Não sei como, reflexo, posição da mão na quase queda, sei lá, acelerei e a moto aprumou. Voltei pra posição sentado e controlei o desespero. Realmente para off-road tem que tirar a borracha e deixar só os dentes. Item “acessório” nas outras motos, que já vem instalado na Himalayan (assim como protetor do carter, protetor do tanque, aeroquip, cavalete central, protetor do radiador de óleo).

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Logo em seguida o trecho de terra terminou, com um tanto de asfalto até Nova Ponte onde Alisson já me esperava. Lanchamos enquanto explicava sobre a Himalayan para um outro motociclista curioso sobre tudo da motoca. Em seguida fiz a surpresa para o Alisson, de guiar a Himalayan nessa rota das cachoeiras, para sentir a moto e depois contar o que achou. Eu fui na Teneré 250 dele, pra relembrar da minha e quem sabe me despedir dessa moto tão querida no qual viajei e curti bastante em 2017/18. Aventura e tanto nas viagens Amazônia 2017 e Jalapão 2018, aproveite para conhecer. Após vários km de asfalto, com Alisson experimentando a moto e chegando a 125Km/h, a primeira cachoeira era do lado da estrada no rumo para Uberlândia, sobre a ponte do Rio Claro. Ali tem uma cachoeira pequena perto da ponte, e mais duas descendo o rio. Chegamos a ir na Cachoeira da Fumaça, lindíssima! Uma trilha a pé pela mata custou o fôlego do véio Bressan, tá batendo pino já essa carcaça.

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O passeio continua, mais asfalto até Uberlândia, o anel viário e a visita à Cachoeira de Sucupira. Um acesso de terra de 12Km, com um pequeno trecho enlameado revirado pelos carros. Bem liso. Eu com a Teneré 250 do Alisson desci controlando a frenagem e derrapando de lado. Alisson com a Himalayan foi mais cuidadoso e desceu freando e com os dois pés no chão. Ele me explicou que era por cuidado mesmo, peso de 191Kg da Himalayan nem foi sentido nessas brincadeiras, a moto transmite segurança e leveza, manobrabilidade. E a cachoeira é realmente um espetáculo! Pena que parece sem controle de acesso e uma galera tem deixado muito lixo no local, apesar das placas orientativas (mal posicionadas).

No retorno, já com os pilotos em suas próprias motos, naquela ladeira enlameada ruim de descida a Himalayan subiu em primeira marcha sem piscar, enquanto a tenerezinha entupiu os pneus tourance e deslizou. Tivemos que empurrar ladeira acima. Na despedida, no anel viário de Uberlândia, Alisson citou a estabilidade da Himalayan quando recebemos rajadas de ventos laterais, o bom torque e a pegada off.

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Depois disso, entrei na BR-050 em Uberlândia e segui pra Brasilia, faltando 400Km e já quase anoitecendo pelas 19:30h. Auto estrada duplicada, sinuosa, moto passando dos 850Km rodados no odômetro total. Em Catalão, nova parada de abastecimento. Aquele terceiro tanque também não rendeu bem. Foram 313,9 Km e 11,55 litros consumidos da GRID. Média de 27,17 Km/l. Vou continuar medindo, e ainda é cedo para condenar a Grid. No posto de Catalão coloquei Ipiranga DT Clean, e no último trecho de 300Km por auto estrada pra Brasilia, já puxei 110Km/h constante. A moto não transmite vibração para o piloto, que é uma dúvida muito comum da galera perguntando.

A moto completou 1000Km em Pires Belo/GO. Em relação à posição de pilotagem, para minha altura 1,78m está “como uma luva”. Punho, cotovelo, ombro, joelhos, todos em ângulos confortáveis. A ponta do pé que está um pouco pra cima, apertando o tornozelo. Vou ver se tem ajuste, mas sem prejudicar o uso no off-road. O banco tem espuma macia, tenho 94Kg e após os trechos de 300Km ainda estava bem. Mas rodar 1000Km num dia tem seu custo em dores, nada grave. Parei pouco e rápido, sem me alongar muito. Ter a pedaleira traseira ajuda a variar as posições durante a pilotagem no asfalto, e a dar umas alongadas. Talvez futuramente instalar uma pedaleira lá na frente também, pra esticar as pernas.

Cheguei em Brasília a 1:30h da madrugada de segunda-feira. Foram 1263Km rodados desde a loja em São Paulo. Divertidíssimos!

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VÍDEO DA VIAGEM

CONCLUSÃO
Pra mim, a Himalayan atenderá perfeitamente o que vou fazer com ela (uso urbano, off leve/médio final de semana conhecendo as estradas rurais de Goiás, e as viagens em geral – curta, longa, on e off-road. Vim pensando em como resumir essa moto de forma fácil da turma entender: a Himalayan é aquela Tenere 250 mais forte que todos queríamos e a Yamaha não fez! Se tivesse o logo da japonesa no tanque, tava todo mundo babando e chamando de herdeira real do nome lendário da Ténéré. Moto rústica, bruta e sistemática! Como todas as trail deveriam ser.

Não sei no momento comparar com XRE 300, GS 310, Versys 300 pois são motos que nunca pilotei. Com a Falcon, pilotei pouco (230Km estrada asfalto e uns 20Km urbano), e a sensação de potencia/torque/retomadas é similar. Mas a posição de pilotagem, vocação off-road e painel/bolha são melhores com a Himalayan. Minha Experiência com a Teneré 250: 40000Km em um ano, fazendo uso urbano em Brasília, off-road leve/médio pelo interior de Goiás e as viagens Amazônia 2017 e Jalapão 2018 (com terra leve/média/difícil de todos os tipos, tombos).

Quer conhecer “quase tudo” sobre a Royal Enfield, os modelos, dúvidas comuns respondidas? Leia a ROYAL ENFIELD FAQ , organizada pelos proprietários das motocas.

ABASTECIMENTOS
01 – 0009,0Km. 26/01/19 – Posto Ipiranga perto da Oficina Royal. Gasolina Ipiranga DTClean
02 – 0356,6Km. 26/01/19 – Posto Graal Rubi, São Carlos/SP. Gasolina Petrobrás GRID
03 – 0651,9Km. 27/01/19 – Posto BR, Sacramento/MG. Gasolina Petrobrás GRID
04 – 0965,8Km. 27/01/19 – Posto JK, Catalão/GO. Gasolina Ipiranga DTClean
05 – 1285,1Km. 29/01/19 – Posto Disbrave Bonaparte, Brasília. Gasolina Shell V-Power
06 – 1692,5Km. nn/02/19 – Posto BR Guará 2, Brasilia. Gasolina Petrobrás Comum
07 – 2111,3Km. nn/02/19 – Posto V-tex SIA, Brasília. Gasolina Zema Aditivada
08 – 2475,6Km. nn/02/19 – Posto JR Aguas Claras, Brasília. Gasolina Tottal Aditivada
09 – 2714,6Km. 16/02/19 – Posto Canedo, Niquelândia/GO. Gasolina Branca Comum
10 – 2989,4Km. 17/02/19 – Posto Ipiranga, São João Da Aliança/GO. Gasolina Ipiranga Comum

CONSUMO

KM INI KM FIM GASOLINA TRECHO KM TRECHO LITROS CONSUMO
9 356,6 Ipi DTClean Cidade/Serra + Estrada100 347,6 10,7 32,48
356,6 651,9 BR Grid Estrada80 295,2 9,78 30,18
651,9 965,8 BR Grid Estrada100 + Offroad 313,9 11,55 27,18
965,8 1285,1 Ipi DTClean Estrada110/Serrano 319,2 13,42 23,78
1285,1 1692,5 Shell Vpower Cidade GiroMédio 407,3 14,02 29,05
1692,5 2111,3 BR Comum Cidade GiroMédio + Offroad leve 418,8 15,1 27,73
2111,3 2475,6 Zema Aditivada Cidade GiroMédio 364,3 13,07 27,87
2475,6 2714,6 Tottal Aditivada Cidade GiroMédio + Estrada100 239 9,83 24,31
2475,6 2989,4 Branca Comum 180Km OffRoad + 95Km Estrada90 274,7 11,13 24,68
2989,4 Em uso Ipi Comum Estrada90 + Cidade GiroMédio -x- -x- -x-

OBSERVAÇÕES:
Coisas que eu modificarei na moto:
– bagageiro que só aguenta 5Kg (vou bolar um reforço)
– altura do pedal de descanso, que deixa a moto muito em pé (estou pensando em cortar uns 5mm do pezinho)
– trocar os piscas por outros com hastes dobráveis (evitar quebras nas quedas) – FEITO
– espaçadores no paralama dianteiro baixo (para evitar o entupimento por lama)

Coisas que instalarei na moto:
– protetor de manetes com alma metálica (pra aguentar as quedas no off-road – sim ela vai cair!) – FEITO
– vacina de pneu (pra rodar mais tranquilo pelos lixões) – FEITO
– antena corta-linha de pipa – FEITO
– tomada 12v e USB (para usar o celular no guidão como mapa)
– suporte de celular para guidão
– protetor do burrinho de freio traseiro
– protetor de motor

Acessórios originais no momento: (não instalei nenhum!)
– Baús laterais de alumínio com os suportes, R$2990,00, a partir de março
– Protetor de motor – não sei preço ainda, a partir de março
– bolsa estanque – R$500 reais, já disponível na loja

Sobre o Livro do Allison:
Brasil: Estradas, aventuras, desafios e muitas histórias para contar

Este é um livro para conhecer novos lugares, fortalecer amizades, interagir com as histórias e se motivar para viver outras aventuras neste maravilhoso país chamado Brasil.

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25 Responses »

  1. Ótimas informações, quero a Himalayan como minha primeira moto
    Gostaria de saber os custos de revisão e trocas de óleo (qual óleo usado nesse motor).
    Muito obrigado por compartilhar essas experiências.

  2. Vc chegaram a conversar sobre a abertura de novas concessionárias no Brasil? Sou tb de Brasília mas o lance das revisões pesas na hora de uma compra como essa.

    • Brenno, estou com uma Classic desde 2012 em Brasília, aqui tem ótimos mecânicos. E peças a gente pede em Sao Paulo, tem tudo. Mas relaxe, em poucas semanas abrirá uma concessionária em Brasília.

  3. Esta FAQ virou o “Google da Himalayan”, só que sem fake news e sem perda de tempo procurando aleatoriamente por ai. Relatos claros, super interessantes e o conhecimento passado da forma como todos gostamos de receber! Parabéns Bressan! Tá um show!

  4. Bressan, voce é um bom narrador. Faz relatos precisos, respeita “A última flor do lácio inculta e bela”, sabe bem descrever as paisagens, o comportamento da moto e o verdadeiro espírito motociclístico. Thanks!

  5. Ótimo relato! Agradeço por me ajudar a elucidar as dúvidas. Estou decidido a trocar a Ténéré 250 pela indiana em breve. Você escreve bem, flui muito natural. Li sem cansar. Parabéns. Ótima viagens.

  6. Bacana. Gostei muito do estilo e ao que propõe. Será se tem pinhão (e coroa) menor ou maior (intercambiável) ??
    Gostaria de experimentar uma Himalaia em breve. Será se tem jeito? Como faço contato?

  7. Boa tarde! Belíssima matéria! Meu nome é Rodrigo, sou de Belo Horizonte-MG. Acabei de comprar uma Himalayan, e devo buscar essa semana. Só estou ainda na dúvida se venho pilotando ou contrato uma transportadora.
    A primeira troca de óleo/revisão é feita com quantos km?
    Vi que existem grupos de whatsapp da Royal, mas o acesso a eles é pelo facebook. No momento não tenho facebook, aí se tiver algum jeito de me botar em contato com o pessoal dos grupos, eu agradeceria muito! Abraços!

    • Primeira troca de óleo aos 500Km. SP a BH dá 600Km, se fosse minha eu trocaria o óleo em BH mesmo quando chegar. Conversa com a revenda para alinhar isso antes de viajar. Sobre o zap, vou te enviar por email.

  8. Salve, Bressan!

    Tenho lido bastante e assistido muitos vídeos relativos à Himalayan. Estou muito interessado nessa motocicleta – atualmente tenho uma Tenere 250 (excelente moto).

    Minha dúvida é em relação à documentação da motocicleta, pois resido em Porto Alegre e, no caso de adquiri-la, voltarei rodando. Tu arriscaste ou conseguiste algum documento que te permitiu rodar por outros Estados dentro de um prazo?

    • A legislação que eu conheço permite você rodar 15 dias sem placa com a NF, enquanto o processo de emplacamento ocorre. Levei a Nota Fiscal e segui adiante. Se um guarda te parar na BR, mostra a nota, seus documentos, explica que tá indo pra casa (e tá mesmo!) e aí depende ele.

  9. Ótimo Bressan !!! seus relatos me incentivam cada vez mais a buscar minha himalayan !! Sairei de Garopaba SC em março para ir a SP buscar a minha .
    Continue com os relatos !!!

    Abraços

  10. Tem um vídeo no YouTube que mostra a moto atravessando um córrego muito raso e a moto apagou. A entrada de ar é muito baixa.

  11. Grande Bressan: excelente relato – basicamente todas as perguntas que faria você já respondeu.
    Na hora que a curva de vendas desse modelo começar a disparar, pode crer que vc vai ser um dos responsáveis!
    Grande abraço!

  12. Parabéns pelo relato da viagem e como a moto se comporta ao pilota-la, a minha ainda está nos planos.

  13. Parabéns pelo relato estou muito curioso sobre essa moto pois estou interessado em pegar uma, obrigado pelo relato, abraços.

  14. Parabéns, Bressan! A descrição da viagem está perfeita. Você conseguiu traduzir o espírito offroad mesmo com pequenos trechos. Acho que a Royal Enfield vai ficar lhe devendo um mimo pela divulgação da Himalayan. Não andei ainda, mas pelo visto e pelo seu depoimento, ela tem a “força” que faltou nas trails japonesas.

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