Dicas para a BR-230 Transamazonica

Dicas para a BR-230 Transamazonica

DICAS PARA TRAVESSIA DA TRANSAMAZONICA – BR-230

Transamazônica, uma das nossas rodovias míticas! Integrando o Brasil de Leste a Oeste, da Paraíba até o Amazonas. 4300Km, 46 anos de idade, e apenas metade asfaltada!

Texto na Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rodovia_Transamazônica
Vídeo com a história da BR-230: https://www.youtube.com/watch?v=HUgDnNI_VbM

Nosso integrante Bressan fez a travessia de Marabá até Humaitá em Outubro/2015, e passa no texto abaixo algumas dicas para os próximos aventureiros. Quem já fez o trecho do início da rodovia em Cabedelo até Marabá e quiser contribuir é só comentar que depois vamos atualizando o texto.

KM 0 – Praia de Cabedelo, na Paraíba. Placa indica o início da rodovia. Fica 16Km ao norte de João Pessoa. Aproveite para visitar a Ponta do Seixas, farol de Cabo Branco, o ponto mais a leste do Brasil e do continente americano.
KM 150 – Campina Grande, Paraíba.
KM 333 – Patos, Paraíba
KM 460 – Sousa, Paraíba
KM 630 – Farias Brito, Ceará. Aqui começa um trecho sinuoso de 42Km de terra até Assaré/CE, onde o asfalto retorna.
KM 750 – Campos Sales, Ceará
KM 870 – Picos, Piauí
KM 1070 – Floriano, Piauí
KM 1200 – Pastos Bons, Maranhão
KM 1400 – São Raimundo das Mangabeiras, Maranhão
KM 1650 – Carolina, Maranhão. Entrada para a Chapada das Mesas, uma região bem bonita para conhecer, com cachoeiras e trilhas. Fiquei no Hotel Hilton (99) 3531-2824
KM 1800 – Luzinópolis, Tocantins

KM 2000 – Marabá, Pará. Do início da BR-230 (Em Cabedelo, Paraíba) até aqui, tudo asfaltado. A oficina do JONAS, a Radical Motos é o ponto de apoio, atende muito bem a clientela de motos grandes, médias e pequenas. Contato 94-991456363. A cidade é grande e há hotéis para todos os gostos e bolsos. Na primeira vez que fui, fiquei em um hotel próximo à rodoviária, onde o dono é motociclista e dá desconto pra quem está de moto.

KM 2070 – Fim do asfalto (em outubro/2015). 10Km após a Vila Cajazeiras. Agora vem 120Km de pista estreita de terra, bem movimentada de caminhões. Praticamente uma pista de mão única. Passa pela Reserva Indígena Parakanã, que não oferece risco. Na época seca, muita poeira levantada pelos caminhões. Visibilidade zero, muito cuidado neste trecho. Risco de colisões frontais, atropelamentos, e de quedas na lateral da pista ao sair da frente dos caminhões apressados.

KM 2190 – Novo Repartimento, Pará. Pausa pra foto na placa gigante na entrada da cidade. O asfalto reaparece. Daqui dá pra visitar a hidroelétrica de Tucuruí (80Km de terra). Tem postos e pousadas, se precisar.

KM 2300 – Pacajá, Pará. Dos 110Km, apenas 7Km são de terra, em dois morros grandes, a famosa Ladeira da Velha, e outro. Na seca passa tranquilo. Na época de chuva esses morros dão trabalho. Em outubro/2015 estavam em obras de nivelamento e redução da inclinação, talvez melhore a travessia na chuva futuramente ou até asfaltem logo. Tem postos e pousadas, se precisar.

KM 2375 – Anapu, Pará. Asfalto bom. Alguns km antes da cidade, não perca do Rancho do Japão, uma lanchonete que tem até wi-fi. Na cidade tem postos e pousadas, se precisar.

KM 2450 – Belo Monte do Pontal, Pará. Balsa que atravessa o Rio Xingu. Na margem do Rio tem pousadas toscas, evite. Se chegar anoitecendo aqui, pare na vila antes da balsa, ou atravesse e siga para Altamira. Do outro lado do rio tem as obras da usina hidroelétrica BeloMonte, a vila dos operários e um posto de gasolina. O posto estava fechado as 19h, então não conte com ele após anoitecer.

KM 2520 – Altamira, Pará. De BeloMonte até aqui são 70Km asfalto pela floresta, trecho sinuoso. É o maior município do mundo, maior que muitos países europeus! A “capital” da Transamazônica. Oficina aqui é a Oliveira Motos (93) 3515-0261. Fiquei no Hotel Xingu (93) 3515-0659, na orla do rio. Cuidado que tem outro com nome parecido e bem mais caro, pertinho.

KM 2600 – Medicilândia, Pará. Agora acaba o asfalto de verdade (em outubro/2015). Tem postos e pousadas.

KM 2700 – Uruará, Pará. Trecho de pista estreita, perigosa. Na seca é poeirento e pouco movimentado. A poeira não assenta direito e esconde valas, buracos, degraus na pista. É chamada de “puaca”. Todo cuidado é pouco. Na época chuvosa, vira atoleiro pesado. Asfalto apenas na travessia da cidade. Posto Shell tinha wi-fi na lanchonete. Cidade tem pousadas também. E pra quem curte aventura off-road pesada, tem um “atalho” para Santarém, passando por dentro da floresta, bem rústico mesmo. É a “trans-uruará”.

KM 2770 – Placas, Pará. O trecho continua de pista estreita, poeirento e sem movimento. Muita puaca também. Medicilândia a Placas foi um dos piores trechos da viagem, levei 10h pra fazer os 170Km, na seca! Asfalto apenas na travessia da cidade. Hotel foi o Natália Rayz. (93) 3552-1410. Tem outros postos e pousadas.

KM 2850 – Rurópolis, Pará. Entroncamento leste da BR-230 com a BR-163. De Placas pra cá, pista estreita. Poeirenta na seca e enlameada na chuva, como sempre. Daqui pra o norte, até Santarém tem 30Km de terra e depois 200Km de asfalto (isso em outubro/2015). Para o oeste, até Campo Verde são 115Km e a pista continua estreita. Asfalto somente na travessia da cidade. Bom posto, restaurante e oficina ficam pertinho do entroncamento. Vale uma foto também na placa da cidade. Tem pousadas, se precisar.

KM 2900 – Reinicio do Asfalto. Setembro 2016

KM 2920 – Acesso para Fordlândia. De Rurópolis até aqui pista estreita e perigosa, com bom movimento de caminhões. Na poeira, pouca visibilidade para ultrapassagens dos caminhões. Fordlândia foi um projeto industrial do Henry Ford, criado na década de 30, para produzir borracha para os pneus de seus automóveis. Vale a pena visitar a “cidade fantasma”. São 80Km de terra para chegar na vila. Perto tem a cidade de Aveiro.

KM 2925 – Vila de Divinópolis. Em outubro/2015, existiam pequenos trechos de 5Km de asfalto alternando com 5Km de terra. Pode ser que já tenha mais asfalto por aqui. Não tem posto. Pista continua estreita.

Atualização de 21/09/16 sobre o trecho entre Rurópolis e Campo Verde (KM30): Partindo de Rurópolis, após 50Km de terra em pista estreita e sinuosa, o asfalto reinicia e dura 30Km. Depois terra novamente até chegar em Campo Verde.

KM 2930 – Fim do Asfalto. Setembro 2016.

KM 2965 – Campo Verde, Pará. Também chamada de KM30. É o entroncamento oeste da BR-230 com a BR-163. Entre Rurópolis e Campo Verde há muito trânsito de caminhões, transportando de tudo pela BR-163 entre MT e o porto de Santarém. Em outubro/2015 muitas obras, alargamento da pista, compactação, redução de altura de ladeiras, parecendo que iam asfaltar. De Campo Verde para Itaituba tem 30Km de asfalto bom até Mirituba, onde pega-se a balsa sobre o Rio Tapajós. Para motos, o valor ficou na faixa de 8 reais. Em Campo Verde tem posto, na olhei se tem pousadas.

KM 3000 – Itaituba, Pará. Cidade grande da região, tem muitos postos e hotéis. Fiquei no Hotel Amazonas, simples e barato (93) 3518-6220. O asfalto termina 5Km depois de Itaituba, e vem um trecho longo, movimentado, estreito e perigoso de selva pelo Parque Nacional da Amazônia, sem estrutura nenhuma. Após o parque existem pontos de apoio a garimpeiros, com gasolina (cara), alimentação e pousada. Total são 390Km até Jacareacanga, leve gasolina reserva se não quiser pagar o dobro nos pontos de apoio.

KM 3180 – Ponto de Apoio Amigo Garimpeiro. Restaurante, pousada, gasolina (R$5,00/litro em outubro 2015) e pista de pouso.

KM 3233 – Ponto de Apoio Sol Nascente. Restaurante, pousada, gasolina (R$7,00/litro em outubro 2015) e pista de pouso.

KM 3270 – Ponto de Apoio Rabelo. Restaurante, pousada, gasolina (R$6,00/litro em outubro 2015) e pista de pouso.

KM 3390 – Jacareacanga, Pará. Cidade pequena, mas tem estrutura com hotéis e postos. Fiquei no Hotel São Cristóvão (93) 9133-4418. Aproveite para conhecer a praia do Rio Tapajós, a poucos km de distância. A estrada até aqui tem várias ladeiras, pista estreita. Na seca poeira, na chuva atoleiros e muita dificuldade. Movimento forte de camionetes fazendo transporte até Itaituba, em alta velocidade, portanto muito cuidado.

KM 3540 – Vila Sucunduri, Amazonas. Estrada estreita até aqui. Travessia de balsa, caríssima em relação às do Pará. 25 reais a travessia de moto sem outros veículos no barco. 10 reais se tiver outros veículos. Carros e caminhões é mais caro ainda. Na vila tem um restaurante bem legal pra parar, tomar uma água e conversar com a Dona Rosa. Tem uma pousadinha também próxima, se precisar.

KM 3650 – Apuí, Amazonas. A paisagem muda de floresta para pastos neste trecho. Estrada de terra boa, um pouco mais larga, com pouco movimento. Na cidade tem postos e hotéis. Abasteci no Posto Alencar, Ipiranga.

KM 3750 – Balsa do Rio Aripuanã. Mais uma balsa caríssima (R$10 reais a moto se tiver outros veículos na balsa, e R$25 se passar a moto sozinha), e nas margens só tem uma lanchonete. Pista estreita, sempre ir com cuidado ao desviar de veículos em sentido contrário.

KM 3860 – Vila de Santo Antônio do Matupi, Amazonas. Um distrito de Manicoré que tem boa estrutura com vários postos e hotéis. Fiquei no Hotel Portela (97) 3385-3030. Tinha wi-fi, e não consegui sinal de nenhuma das 4 operadoras de celular (outubro/2015). Pista estreita até aqui.

KM 3900 – Aldeia Tenharim. A estrada entra na Reserva Indígena Tenharim, que não cobra mais pedágio extorsivo dos viajantes. Hoje inclusive existe a possibilidade de turismo na aldeia, mas deve-se fazer o contato via Funai antes. Pista estreita e selva ao redor.

KM 4045 – Humaitá, Amazonas. Travessia de balsa sobre o Rio Madeira, balsa barata. Humaitá é a porta para explorar a BR-319, que vai pra Manaus. Reinício do Asfalto. Apoio do Rogério, Aventureiros da Amazônia MC. Hotel Quality (97) 3373-3544, e oficina do Diego Motos, bem do lado.

KM 4080 – Entroncamento da BR-230 com a BR-319. Até aqui tem asfalto.

KM 4260 – Lábrea, Amazonas. Final da BR-230, a Rodovia Transamazônica! Pra chegar pega balsa no Rio Mucuim. Vale a pena também a foto na placa da cidade. Na época de chuva, são famosos os atoleiros que atraem jipes e trilheiros de todo o Brasil.

Vários pontos citados foram mapeados no site www.motoencontros.com, onde pode-se pegar as coordenadas e inserir no GPS, pra quem curte isso.

O dia-a-dia da viagem do Bressan está aqui mesmo neste site: http://www.elbando.com.br/2015/09/24/transamazonica2015-dia-1/.
Também está no facebook, pra quem gosta: http://www.fb.com/transamazonica2015.
A Rádio 4 Tempos divulgou os reports diários em áudio, pra quem quiser ouvir a emoção de cada momento: http://www.radio4tempos.com.br/r4t_bsb_amazonas.htm.
A Revista Duas Rodas de janeiro/2016 trouxe algumas fotos e um resumo da aventura: Uma clássica na Transamazônica

É isso aí, quem tiver novas informações e dicas dos trechos, só comentar que vamos incluindo e atualizando.
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BR-010 no interior de Tocantins
BR-010 no interior de Tocantins

Empoeirado em Carolina/MA, depois do primeiro tombão
Empoeirado em Carolina/MA, depois do primeiro tombão

Consertando a moto em Paragominas/PA
Consertando a moto em Paragominas/PA

Entrando na terra depois de Marabá
Entrando na terra depois de Marabá

Quase chegando!
Quase chegando!

Descansando depois de 6 tombos na puaca de Uruará a Placas
Descansando depois de 6 tombos na puaca de Uruará a Placas

Em Placas troquei o pneu dianteiro
Em Placas troquei o pneu dianteiro

Passando por Rurópolis
Passando por Rurópolis

Depois de Itaituba, entrando no Parque Nacional. Logo em seguida furou o pneu dianteiro!
Depois de Itaituba, entrando no Parque Nacional. Logo em seguida furou o pneu dianteiro!

Ponto de Apoio Amigo Garimpeiro
Ponto de Apoio Amigo Garimpeiro

Saindo de Jacareacanga
Saindo de Jacareacanga

No Amazonas, não achei a 52, então voltei e bati na 51 mesmo!
No Amazonas, não achei a 52, então voltei e bati na 51 mesmo!

60Km de barro dentro da Terra Indígena Tenharim
60Km de barro dentro da Terra Indígena Tenharim

Em Humaitá/AM, o início antecipado da volta
Em Humaitá/AM, o início antecipado da volta

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52 Responses »

    • Bem lembrado! Falamos da estrada e esquecemos da viagem. Atualizamos com os links sobre a viagem. Foi feita em uma Royal Enfield 2012, em 20 dias.

  1. Poxa cara que legal, me fez voltar ao passado, há mais ou menos 38 anos atrás eu fiz essa viagem em uma DT180, pelo relato vi que a estrada melhorou muito, pois de Itaituba a Jacareacanga na época éra apenas uma trilha visto a floresta ter invadido a estrada, asfalto não tinha nem em Altamira, nem em Marabá, nem sonho de asfato, sequer nas cidades mencionadas por você, que na época eram pequenos vilarejos, sem iluminação elétrica, tudo funcionava a base de gerador e somente até as 20 horas quando eram desligados e as cidades caiam numa escuridão só, como todas as demais viagens que fazia na época essa viagem também solo, após a conclusão da viagem prometi a mim mesmo nunca mais voltar a faze-la novamente, mas lendo o seu relato comecei a pensar em quebrar a promessa, e se eu voltar a fazer a transamazônica novamente não quero voltar a fazer solo, comi o pão que o diabo amassou naquela travessia, lembro até hoje do sofrimento passado

    • Que aventura hein, Irineu! Gostamos de causos de estrada, quem sabe um dia nos encontramos para contar alguns deles! Vale a pena voltar lá e comparar como era e como está agora. Eu brinco que logo logo terá encontro de custom em Altamira. A parte de terra não está fácil, mas já foi muito pior segundo os moradores.

      • Irineu se vc viveu isso a 38 anos atrás, eu fui em 2015 e passei um sufoco época de chuva, tremi de medo até hoje sinto medo quando lembro .. rs seria melhor se asfaltasse tudo.

  2. Cara q doideira, espirito livre, isto é o que move o motociclista, parabéns cara…. e lega o registro..
    Essa sua moto é uma 250?

  3. Olha,lindo depoimentos de sua viagem,lembrei,la atrás meados de 1973/74 quando fomos a partir de uma ideia louca de 7 pessoas,que inciamos uma viagem;Niteroi RJ até Manaus MA,até Belo Horizonte fomos os 7,mais de la pra cima fomos em 4,uma cb 350,duas 500 four uma cb 360 dias conturbados mais valeu a pena cada minuto cada hora.Ida e volta orma 41 dias indo via interior transamazônica,e voltando via litoral até a Bahia e volta pelo sertão,e depois litoral pelo ES.Parabens pelo relato e pelas dicas.Tinha vontade de refazer uma viagem desta com o meu filho o Rafael,seu amigo aqui de Niteroi,mais com a minha idade, não da pra isto não kkk.Então meu caro fico aqui viajando com seus relatos.Abraços meu Amigo e Irmão Bressan

    • Que legal hein Afonso! Certamente uma aventura enorme naquele tempo. Tem que resgatar essas memórias, escrever algo pra gente conhecer e se inspirar também. É história do motociclismo brasileiro!

  4. É mesmo uma viajem para poucos aventureiros! Que relato de viajem importante pra quem ainda não se aventurou. Atravessei o trecho de Marabá-Pa e segui até Humaitá-Am de lá até Porto Velho e que viajem. Resumo o quanto a estrada está melhor em comparação ao relato do companheiro,fiz esse percurso em seis dias.Lembrando!chuva só na chegada em Apuí e chegada em Porto Velho. Creio que não mais 40 anos ou mais de espera o asfalto chegue em sua maioria.Portanto aproveitem e conheçam a essência da BR 230 enquanto estrada de terra. Viajem feita em velocidade média de 60km/h em uma caçamba ano 91 motor MWM. Viajando no período diurno e noturno tirando para descanso. Viajem feita em 09/09/2016. Pretendo breve encarar na minha NX Falcon 400.Claro que fazendo algumas adaptações. Vlw!

  5. Boa tarde,
    Fantástico esses relatos, pretendo ir para o Peru, partindo de Belém a Rio Branco e depois Peru, vcs acham possível trafegar com um carro de passeio por estas estradas no mês de janeiro 2017? Tem algum relato de pessoas q fizeram esse trajeto, no mês de janeiro, q possa nos ajudar?

    • Jô, em janeiro chove bastante na região amazônica e são comuns atoleiros enormes. A travessia em carro baixo é imprevisível, pode durar dias e dias, esperando a pista melhorar ou tendo que pagar trator pra desatolar.

  6. Parabens, eu estou iniciando um projeto de um raly, e a.largada será no Pará e chegada em Roraima, previsao para 2017 quero contar com sua experiencia.

  7. Estoy projetando um rally próximo ano largada no Para e chegada em boa vista RR quero contar com sua expeiriencia

  8. Boa noite irmandade: Em junho/17, faremos essa viagem com POP100. Já somos em 05 confirmados. Iremos com avião de Porto Velho até João Pessoa, onde compraremos as motos para a viagem. Aceitamos Sugestões… Abraços.

    • Nereu, sugiro adiar para agosto ou setembro por ser o período que tem menos lama e não tanta poeira.
      Eu estarei percorrendo os extremos da América do Sul nesse período, saindo de cabedelo, percorrendo toda a BR 230 e terminando em Talara no Peru.
      Estarei usando uma moto KTM Duke 390 com algumas adaptações para bagage, protetores de mãos, de motor, GPS e para brisa.

  9. Opa. Povo aventureiro. Gostaria de saber de algumas dicas com esses heróis da estrada e aventureiros.
    Quantos dias na Boa pra percorrer toda a BR 230?
    Tem como ir de carro de passeio?
    Desde ja agradeço as dicas.
    Estou com ideias de ir em Julho de 2018.
    Vou sair de Florianópolis.
    Pra voltar quero vir por Mato Grosso até São Miguel do Oeste.
    Abração

    • Deomir, julho é um bom mês pra carro de passeio. Chove bem menos, nao vai ter atoleiros, mas tem muita poeira. Tem que ir com cuidado sempre. Tempo pra fazer toda a BR-230 de carro, do litoral até Lábrea? Separe aí uns 10 dias pra poder curtir com calma, e folga para imprevistos.

  10. faltou dizer de trechos sem nada (qtos km e tempo),tb de malária,repelentes,vacinas,locais perigosos(assaltos),melhor época para ir(atoleiros,tratores e guinchos) todas paradas,locais para descanso e postos de abastecimento(gasolina e comida).

  11. tudo que eu mais gosto meu amigo é dessas aventuras. Solo é muito bom, mas quando se tem um parceiro, fica melhor ainda. Curti muito o seu depoimento e acho que isso é viver. Meus parabéns e o melhor dessa vida.

  12. Boa noite Bressan,

    Vi seus relatos e estão sendo de grande ajuda para a minha viagem ano que vem..Vou sair de Humaitá até Itaituba mas vou de bike e gostaria se você puder bater um papo em 2014 fiz a BR 319 até Manaus…

    Fico no seu aguardo.

    Segue meu e-mail sergiogusmao982@gmail.com

  13. Parabéns pela viagem e obrigado pelos relatos e detalhes sobre pontos de apoio, combustivel e hospedagem. É história para contar para amigos, família, filhos e netos. Muitos desejam e sonham mas poucos realizam.

  14. Nossa que bacana, eu fiz esses trechos que da qual você passou, confesso que Uruará, Medicilândia, Placas e outros são os piores pra passar, sair daqui de Goiânia de ônibus pra ir pra Alenquer Pará, gastei 5 dias pois no 4 dia que cheguei em Santarém pra depois pegar o barco pra ir a Alenquer, foi uma viagem sofrida desde que sair de Altamira pois a estrada já começa a ser péssima, de Go há Marabá foi tranquila. Corajoso você.

  15. BOA NOITE

    AMIGOS MOTOCICLISTAS BR 230 DO KM 0 EM CABELOS-PB,ATE LABREAS-MA E DEPOIS UMA PARTE DA BR319, FAREI ESSA AVENTURA EM 31/03/17 ATE AGORA TUDO PREVISTO PARA UMA VIAGEM SOLO

  16. Lendo a história dessa aventura lembro que sempre quis fazer coisa igual e nunca a fiz…chegou a hora de encarar meus sonhos de viagem. Parabéns a todos que fizeram e que vão fazer.

  17. Boa noite Bressan e amigos. Estou planejando fazer toda a 230 saindo daqui de João pessoa em janeiro ou fevereiro de 18, vc acha viável? Vou com minha esposa de garupa. Quantos dias vc acha que gastaremos, ida e volta? Minha moto é uma Tenere 250cc. Muito obrigado.

    • Luiz, janeiro chove na amazonia e a 230 fica só a lama! Atoleiros pesados no Pará e Amazonas. Imprevisível calcular quantos dias levará. A melhor época para ir é julho, agosto e setembro.

  18. Caro Bressan,parabéns pelo relato e pela aventura. Eu e mais dois amigos estamos nos preparando para essa aventura, sairemos de Goioerê pr. no dia 29/07/2017, com tres motos fan 150cc Nosso roteiro: Goioerê, Campo grande, Cuiabá,Porto Velho , Manaus indo pela br 319. De Manaus vamos de barco até Santarém onde pegaremos a br163 até Rurópolis onde pegaremos a br 230 até Cabedelo.Desse ponto em diante voltamos pelo litoral até Rio de Janeiro. Dai pegamos a via Dutra até São Paulo, daí Rodovia Castelo Branco.E voltamos pra Goioerê. Calculamos mais ou menos 12000 km em 30 dias. Um abraço e que Deus nos acompanhe.

  19. Fizemos ela de Pop 110CC de Cabedelo-PB a Lábrea-AM, 4388 km e fui a Porto Velho e encerrei em JARU RO, total 5.403 km em 04 motos.
    Fotos no meu Facebook..

  20. Programando ir de moto a Cusco (Perú) em Julho 2018, saindo do Ceará. Vou pegar a BR 230 até Humaitá, de lá pra Porto Velho, Rio Branco e assim por diante. Mais alguém pra encarar essa?

  21. boa tarde, estou como ideia de fazer a 230 saindo de porto velho ate fortaleza-ce, vou em dezembro, qual sua opinião em relação a estrada nesse período? e muita chuva ?

    • Dezembro já tem bastante atoleiros na BR-230, vai ser difícil, mas não é impossível. A duração da viagem vai ser imprevisível.

  22. Olá. Parabèns pela coragem!!! Fizemos uma viagem dia 07 de setembro de 2017, de Porto Velho até Manaus, mas de carro. Foi muito lega! Estamos já começando a planejar a de 2018. Pretendemos ir de Porto Velho à Santarém. O período melhor, sem muitos atoleiros, alguém sabe ???

  23. Parabéns pela coragem e pelo roteiro,nosso país tem muitos “países” dentro dele. Estava pensando em fazer esse trajeto saindo de Cabedelo(sou do interior da PB,Juripiranga) de carro em Janeiro,mas acredito que vou adiar meus planos (meu carro é pequeno,o período é de chuvas e os vários trechos sem asfalto impõe grande obstaculo). Me senti estimulado, um dia irei fazer essa viagem!

    • Antônio, penso em fazer Cabedelo/Humaitá/Porto Velho/Humaitá/Manaus/Belém/São Luis/Recife, em maio/18. Usarei um Gol 1.0 ou um Jimny.

  24. to querendo fazer esse trajeto , porém irei em uma toyota bandeirante. FORTALEZA -CUSCO

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